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Os 5 minutos do preview: do nome do negócio ao site

Escreve o nome e a localização. Em cerca de 5 minutos, sem cartão, vê um preview. Explicamos o que corre até o site aparecer.

Capa do artigo: Os 5 minutos do preview: do nome do negócio ao site

Quando um dono de um pequeno negócio nos pergunta quanto tempo demora a «ver alguma coisa», a resposta útil não é um calendário de projeto. É um intervalo curto e concreto: o preview gratuito fica pronto em cerca de 5 minutos, sem cartão. O que importa perceber — antes de decidir se publica, se paga ou se fecha o separador — é o que corre nesse intervalo. Não é magia e também não é um editor vazio à espera de si. É uma sequência curta: o nome e a localização, a recolha de informação pública, a geração automática de um site profissional, e um conjunto de verificações de qualidade que correm antes de lhe mostrarmos o resultado.

Este artigo descreve exatamente esse percurso. Usamos a primeira pessoa do plural porque é o nosso processo: nós construímos o site. Não lhe entregamos um CMS para montar sozinho, nem um WordPress para atualizar. O preview existe para que veja o trabalho já feito, não para lhe vender um kit de peças.

O único ponto de partida: o nome e a localização

O briefing que pedimos cabe em dois campos. Escreve o nome do negócio e a localização. Não pedimos um questionário de marca, uma pasta de ficheiros nem um cartão para «desbloquear» o teste. O preview é gratuito e não exige cartão. Publicar a página única também é gratuito. Só entra pagamento se quiser mais páginas, um domínio próprio ou um blog.

Estes dois dados são suficientes porque a maior parte dos negócios locais já existe em público. O nome e o sítio permitem-nos ir buscar o que já está à vista — em vez de lhe pedirmos para o voltar a escrever à mão. Se a informação pública for escassa, o preview reflete isso; não inventamos horários, fotos ou avaliações que não existam. O ponto é honesto: o que corre a seguir depende do que o negócio já tem visível, não de um formulário longo que o faz sentir que o projeto ainda nem começou.

Um exemplo concreto, num parágrafo e sem transformar isto num guia por setor: imagine um estúdio de fotografia com ficha no Google, horário atualizado e algumas avaliações. O dono escreve o nome comercial e a cidade. A partir daí, o trabalho deixa de ser dele. Nós recolhemos o que está público, geramos o site e só depois mostramos o preview. Ele não escolhe um tema, não arrasta blocos e não instala nada.

O que recolhemos de fontes públicas

Depois do nome e da localização, vamos à informação pública. Da ficha do Google puxamos, quando está disponível, fotos, horário e avaliações. De perfis sociais públicos, quando existem, também recolhemos o que estiver à vista. Não pedimos passwords, não pedimos acesso à conta e não misturamos isto com uma integração «oficial» que o obrigue a ligar ferramentas. É recolha do que qualquer cliente já consegue ver ao pesquisar o negócio.

Esta etapa existe por uma razão prática. Um site profissional para um negócio pequeno precisa de três coisas que o dono já tem, mas raramente quer voltar a escrever: quem é, quando está aberto, e prova de que outras pessoas já o escolheram. As fotos da ficha evitam um site de texto cinzento. O horário evita a pergunta mais frequente no telefone. As avaliações evitan o «nunca ouvi falar». Os perfis sociais públicos, quando estão disponíveis, ajudam a completar o tom e o que o negócio já mostra ao mundo.

O que não corre aqui: não montamos uma campanha, não reescrevemos a sua reputação e não prometemos que existe sempre uma ficha rica. Se o Google listing estiver incompleto, o preview parte do que houver. O valor dos 5 minutos é ver esse ponto de partida transformado numa página — não é um relatório sobre o que ainda falta na ficha.

Se quiser o mapa completo do percurso, não só estes minutos, está descrito em como funciona. O preview é o primeiro sítio onde esse percurso se torna visível.

Geramos o site — não lhe entregamos um editor vazio

Com o que recolhemos, geramos automaticamente um site profissional. A frase importa: nós construímos o site. O WebGenPro não é um construtor do tipo «faça você mesmo» e não é WordPress. Não lhe pedimos para escolher um tema, instalar plugins nem manter um CMS. O resultado são páginas estáticas, com alojamento e SSL em todos os planos — incluindo o gratuito.

Para quem já tentou um construtor mensal, a diferença sente-se logo no preview. Lá, os primeiros minutos são uma grelha vazia e uma lista de decisões (cores, menus, secções, plugins). Aqui, os primeiros minutos são tempo de geração. O trabalho de estrutura, texto de base e montagem a partir da informação pública corre do nosso lado. Quando o preview abre, está a olhar para um site, não para um projeto.

Páginas estáticas, em linguagem simples, significam isto: o que o visitante recebe é um conjunto de páginas prontas, servidas com alojamento e certificado. Não há um painel WordPress para atualizar, nem uma loja de extensões para vigiar. Quem não quer ser «a pessoa da informática» do próprio negócio costuma precisar exatamente disto — um site que existe, não um hobby técnico.

O SEO não fica para «uma fase 2». Desde o primeiro dia o site leva meta tags, schema markup e sitemap. Também é responsivo: telefone, tablet e desktop. Isto já está no que geramos, não é um extra que só aparece depois de pagar. O preview que vê já é um site pensado para ser encontrado e lido num ecrã pequeno, não um rascunho de secretária.

As três verificações antes de mostrar o preview

Há um passo que corre antes de o preview aparecer no ecrã — e que muita gente assume que só um designer faria à mão. Corremos verificações automáticas de qualidade em três pontos: layout em telemóvel, contraste e overflow.

  • Layout em telemóvel. A maior parte das visitas a um negócio local chega do telefone. Se o menu tapar o horário, se o botão de contacto ficar fora do ecrã ou se o texto partir ao meio, o preview ainda não está pronto para ser visto. Esta verificação existe para não lhe mostrarmos um desktop encolhido.
  • Contraste. Texto claro em fundo claro, ou cinzento em fotografia lavada, torna a página ilegível. A verificação de contraste existe para o visitante conseguir ler o que o negócio faz — não para cumprir um gosto estético nosso.
  • Overflow. Overflow é o nome técnico para conteúdo que «sai» da caixa: uma frase longa que empurra o ecrã para o lado, uma imagem que parte o layout, um bloco que cria scroll horizontal. No telemóvel, isso parece um site partido. Corremos esta verificação para o preview não nascer já torto.

Não prometemos um prémio de design nem um teste humano em dezenas de aparelhos. Prometemos o que de facto corre: estas três verificações automáticas, antes de mostrar o preview. Se alguma falhar, o ajuste acontece do nosso lado, neste intervalo — não numa lista de «tarefas para o cliente» depois de um login.

O que o preview é — e o que ainda não é

Ao fim de cerca de 5 minutos, vê o site gerado. Sem cartão. Esse ecrã responde à única pergunta que importa nesta fase: «isto já parece o meu negócio, ou ainda parece um modelo genérico?». Se as fotos e o horário da ficha pública passaram para a página, a resposta costuma ser imediata. Se a ficha era pobre, o preview mostra-o com clareza — e isso também é informação útil, porque lhe diz o que o cliente já encontra (ou não encontra) quando pesquisa o nome.

O preview ainda não é, por si só, a decisão de pagar. Publicar o site de uma página é gratuito: fica num subdomínio webgenpro.com, sem cartão e sem prazo. O plano Grátis inclui 5 edições por IA por mês. Alojamento, SSL e suporte estão incluídos em todos os planos. Não há taxa de setup e não há fidelização: pode cancelar quando quiser, sem penalização. Se cancelar um plano pago, o site continua online no plano gratuito — uma página, no subdomínio webgenpro.com.

O preview também ainda não é um site com domínio próprio. O domínio não está disponível no plano gratuito. No Profissional (€19/mês), o primeiro ano do domínio é gratuito com faturação anual e depois fica a €50/ano; com faturação mensal, o domínio é €50/ano desde o início. No Premium (€35/mês), o domínio está incluído e tratamos de DNS, SSL e redirecionamentos. A faturação anual poupa 2 meses. Email profissional é um extra dos planos pagos (€5/mês por caixa); packs de blog são €9/mês (1 artigo) ou €19/mês (artigo semanal). Nada disto é cobrado para ver o preview.

Momento O que corre O que paga
Nome e localização Nós identificamos o negócio e vamos à informação pública Nada — sem cartão
Recolha Fotos, horário e avaliações da ficha do Google; perfis sociais públicos, quando existem Nada
Geração + verificações Site estático, responsivo, com meta tags, schema e sitemap; checagens de telemóvel, contraste e overflow Nada
Preview (cerca de 5 minutos) Vê o site profissional já montado Nada
Publicar 1 página Site no subdomínio webgenpro.com, 5 edições IA/mês, alojamento e SSL €0 — plano Grátis, sem prazo
Mais páginas, domínio ou blog Planos pagos e extras, só se quiser A partir de €19/mês, quando decidir

Publicar a página, ou avançar para mais

Depois do preview, há duas saídas limpas. A primeira: publicar a página única e ficar no gratuito. A segunda: pagar só o que o negócio realmente precisa — mais páginas e editor completo no Profissional, ou um site totalmente à medida no Premium, com analytics, relatório mensal de visitas e um artigo de blog incluído por mês. Os detalhes de cada plano estão em preços. Não precisa de os abrir para entender os 5 minutos; precisa deles só quando o preview já convenceu.

Alterações de conteúdo, imagens e design depois de publicar pedem-se a partir do painel do cliente nos planos Profissional e Premium (no Premium, sem limite e com prioridade). No gratuito, as 5 edições por IA por mês cobrem ajustes pequenos sem o transformar num projeto de manutenção. Em nenhum plano lhe pedimos para atualizar plugins ou gerir um CMS. Agências e freelancers cobram normalmente um valor único na casa das centenas a milhares de euros, mais manutenção depois. Construtores «faça você mesmo» cobram uma mensalidade, mas o trabalho continua a ser seu. O preview existe precisamente para não ter de comprar nenhum desses caminhos à cega.

Conclusão

Os 5 minutos do preview não são um slogan solto. São o tempo em que corre um percurso fechado: o nome e a localização, a recolha da ficha pública do Google (fotos, horário, avaliações) e dos perfis sociais públicos quando existem, a geração automática de um site estático com alojamento, SSL e SEO de base, e as verificações de layout móvel, contraste e overflow — tudo isto antes de ver o ecrã. Não há cartão no meio. Não há WordPress para aprender. Não há taxa de setup.

Se o preview parecer o seu negócio, publica a página de graça. Se precisar de domínio, mais páginas ou blog, paga a partir daí, sem fidelização. Se não parecer, fecha — e o único custo foram uns minutos, não um projeto. É essa a decisão que o preview foi feito para tornar simples.

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